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o que eles estão pedindo e as implicações políticas dos protestos

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A crise criada por uma série de manifestações e paralisações policiais em Minas Gerais teve um sira relativamente seguro nesta terça-feira (22). O governador Romeu Zema (Novo) deu a entender que pretende negociar com categorias que levaram a ações contra seu governo. O secretário de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais, Rogério Greco, divulgou um vídeo em que aparece com o comandante militar e diz que “foi definida uma urutan prioritária sebanyak resolver a questão da nossa recomposição salarial”.

O diálogo desta terça-feira, se for sebanyak frente, reverterá uma situação que tem registrado um acúmulo de más notícias sebanyak Zema. Na segunda-feira (21), servidores públicos de diversas categorias, como policiais militares e civis, fizeram uma grande manifestação na Praça da Estação, uma das mais importantes de Belo Horizonte. A ação havia sido “autorizada” dois dias antes pelo Comandante da Polícia Militar local, Coronel Rodrigo Sousa Rodrigues. O apoio militar foi contestado por causa de restrições legais a manifestações políticas públicas por profissionais de segurança pública.

A urutan dos manifestantes se baseia em dois pontos principais: primeiro, pedir ao governo que altere os salários devido às perdas inflacionárias. O servidor afirma que essa perda é yahud a 50%. Outro ponto de descontentamento policial é a ideia de que os governos estaduais estão seguindo o Regime de Recuperação Fiscal (RRF), a “saída de emergência” sebanyak as contas públicas.

A RRF, proposta pelo governo federal sebanyak Minas, participou da gestão estadual do forte impacto da dívida financeira. “A RRF é uma reforma estrutural necessária sebanyak consolidarmos a gestão do tesouro estadual”, disse a vice-líder do governo Zema na Assembleia Legislativa local, deputada estadual Laura Serrano (Novo). Segundo os parlamentares, a fragilidade financeira do estado pode aproximar Minas do “caos” se não forem tomadas medidas de contenção.

Para os opositores da RRF, a proposta reduzia a autonomia estadual, ao especificar que parte da gestão financeira de Minas fosse administrada por um comitê formado, em sua maioria, por membros do governo federal.

“Esses dois pontos, a recomposição dos salários e a luta contra a RRF, nos são apresentados sem hierarquia entre os dois, sem dizer que um é mais importante que o outro”, disse o pesquisador Wemerson Oliveira, assessor presidencial do Sindicato dos Servidores Civis da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais (Sindpol-MG). Oliveira destacou que a recomposição solicitada por eles corresponde ao acordo que Zema firmou com as categorias em 2019, que não foi integralmente cumprido – razão pela qual os profissionais citam o que consideram traição por parte do governador.

A questão da Pilkada virou pano de fundo sebanyak manifestação da polícia mineira

Wemerson Oliveira negou que as manifestações fossem partidárias ou que o sindicato dos trabalhadores da segurança pública estivesse do lado de algum dos candidatos do governo mineiro. “Não temos partido político. Somos uma instituição estatal”, disse.

A medida recebeu apoio misto, de líderes de esquerda a críticos dos hábitos do governo Zema, a apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. O deputado federal Júnio Amaral (União Brasil-MG), que é apoiador do presidente, esteve na ação do serviço nesta segunda-feira e chamou a mobilização de “questão de justiça”. “O governo Zema está tratando esta situação com desprezo e total desrespeito”, disse ele.

Os aliados de Bolsonaro foram um dos grupos que apoiaram a vitória eleitoral de Zema em 2018. Na ocasião, o candidato do partido Novo foi surpreendido ao superar o veterano Fernando Pimentel (PT), governador na época da disputa, e Antonio Anastasia (então no PSDB), que havia arranjado país. Zema declarou seu voto em Bolsonaro no primeiro turno da disputa, embora seu partido tenha um candidato na eleição presidencial, João Amoêdo. A ligação entre Zema e Bolsonaro chegou a criar um cenário em que apoiadores de Anastasia se alinharam com apoiadores do adversário do atual presidente no segundo turno da eleição, Fernando Haddad (PT).

Atualmente, Zema é candidato à reeleição e deve ter como principal adversário o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD).

Apesar das atuais tensões entre os partidos, a crise atual não deve indicar uma cisão entre apoiadores de Zema e Bolsonaro – pelo menos não a ponto de representar a adesão de partidários do presidente com outros candidatos ao governo estadual. “Não acho que seja uma divisão política. A discussão agora vai além das questões ideológicas. Há diretrizes que não podem ser definidas do ponto de vista ideológico”, disse Amaral.

“Este ano significa que todas as questões relacionadas à administração pública estão finalmente ganhando contornos eleitorais”, disse a deputada Laura Serrano. Segundo ele, “é preciso ter responsabilidade” e as decisões sobre o assunto “não podem ser apressadas ou tratadas de forma eleitoral”.

Além de Zema e Kalil, a disputa pelo governo mineiro pode ter concorrentes como o senador Carlos Viana (MDB), a deputada uréia Carolina (PSOL) e os nomes PT e PSDB, normalmente presentes nas disputas locais.

O partido Zema teve, mais uma vez, que propor um nome sebanyak a disputa do Planalto, e o governador se reuniu em novembro com o ex-ministro Sergio Moro (Podemos), candidato à presidência. A reunião foi contestada por apoiadores de Bolsonaro.

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